[FP] Nicholas Daniels McCarty

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    Nicholas D. McCarty
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    Data de inscrição : 25/02/2013
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    [FP] Nicholas Daniels McCarty

    Mensagem por Nicholas D. McCarty em Ter Fev 26, 2013 5:09 pm



    Ficha de Personagem - [Nicholas Daniels McCarty]




    I'm a loser baby, so why don't you kill me?



    Nome: Nicholas Daniels McCarty
    Idade: 17 anos
    De que grupo gostaria de participar: ( ) Populares ( ) Patricinhas (x) Nerds ( ) Esportistas ( ) Rockeiros ( ) Emos ( ) Não-populares ( ) Drogados

    Família (pais, irmãos, etc): Rose Daniels McCarty e Joseph Anthony McCarty (pais), Elizabeth 'Lisa' Daniels McCarty (irmã mais nova)

    Descrição Física (minimo 3 linhas): Nico é a típica pessoa perfeita para se fazer bullying. Magro, alto e assumidamente nerd, é um tanto desajeitado (principalmente quando tenta dançar, coisa que não tem habilidade alguma). Possui os olhos azul-esverdeados - herança da família Daniels - , costuma deixar a barba por fazer e o cabelo - de tom loiro-escuro - sempre bagunçado.

    Descrição Psicológica (minimo 3 linhas): Se fosse possível descrevê-lo numa palavra, esta seria nerd. Ou talvez tímido. Enfim. Nicholas é um garoto um tanto introvertido, observador e tímido – experiências com bullying o tornaram assim muito jovem – preferindo ficar quietinho no seu canto a dizer o que pensa em voz alta em, basicamente, qualquer situação. Isso o faz parecer um tanto ‘sem atitude’, mas ele não liga. Inteligente e criativo, sempre se destaca como um dos melhores alunos da sala. Em contrapartida à timidez, é bastante amável, carinhoso e quase tagarela com as pessoas que tem intimidade.

    História do seu personagem (mínimo 15 linhas):

    Minha história começa quase igual a de vários outros garotos e garotas pelo mundo. Dois jovens nova-iorquinos de famílias abastadas, completamente irresponsáveis, apaixonados e sem-noção, uma festa pós-formatura da facul de direito planejada por algum amigo, falta de supervisão e proteção, todos os tipos de bebidas... É. É claro que isso ia dar numa gravidez indesejada. Aquilo foi um choque total para as duas famílias, mas, diferente do que se esperava, papai e mamãe decidiram casar logo e criar o filhote – no caso, eu – ignorando as sugestões de aborto por parte de alguns amigos e familiares. Meus avôs e avós, apesar de chocados, ajudaram com a gravidez e algumas coisas menores. Papai criou vergonha na cara e arrumou um emprego, algo não muito difícil com os contatos do meu avô paterno. E então nove meses se passaram e eu nasci. Mas a história não acaba por aí, ela tá só começando.

    Nesses nove meses e pelos dezessete anos seguintes, papai se tornou um work-a-holic. Trabalhar era basicamente a sua vida e, por mais que eu e minha mãe soubéssemos que isso não era de todo ruim, sentíamos falta dele em casa. Mamãe também não demorou muito a arrumar um emprego, na mesma área de papai (advogado e promotora, respectivamente) e logo minha infância se tornou um tanto... Vazia. Meus avós paternos praticamente assumiram minha criação, já que minha mãe e meu pai viajavam demais. Sempre amei meus avós, os dois eram bem bacanas, mas não era a mesma coisa. Algumas crianças e adolescentes, quando passam por situações parecidas, tornam-se rebeldes e problemáticos. Eu não. Acabei por descontar minha frustração e ‘solidão’ nos estudos e, mais tarde, na música (meu pai me trouxe, de uma de suas viagens, um violão. Vovó me matriculou em um dos cursos extracurriculares da minha antiga escola e logo eu me tornei realmente bom). Claro, havia um lado bom em ser o melhor aluno da classe. Mas haviam muitos outros ruins. Quando minha miopia atacou pra valer e fui obrigado a usar óculos o visual nerd, aliado a minha já reconhecida reputação de CDF, acabou por se tornar um problema e o bullying começou a marcar presença na minha vida. De empurrões nos corredores, livros derrubados, brigas desnecessárias e apelidos ‘carinhosos’ por parte dos bullys, acabei por me tornar uma pessoa... Diferente. Mais introvertido, tímido, até com um pouco de medo de conversar com as pessoas, principalmente com as meninas. Para um adolescente em desenvolvimento, nada poderia ser pior. Mas foi.

    Não sei como mentira, sei sim, mas minha mãe conseguiu engravidar novamente. Quase ao mesmo tempo, meu avô paterno morreu. Meu pai achou que seria um bom motivo pra mudar de ares e no ano seguinte nós tínhamos nos mudado para Rosewood. Mal acabamos de desempacotar as coisas aqui em casa. Até que gostei da cidade, à primeira vista. Vamos ver se continuarei gostando depois do meu primeiro dia de aula, amanhã. Me deseje sorte.



    PhotoPlayer (nome do famoso que usa como avatar): Cameron Mitchell

    credits: this isn't what nands said @ terra de ninguém 2.0 <3


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